céu da minha infância cheio de estrelas e luas e sombras de palmeiras; céu da minha noite sempre cantante, infinita, primeira...
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Eu quero um corpo onde cesse a fadiga e a sede,
a subversão do olhar.
Quero um corpo aceso, um barco, uma canção (tanto faz!)
que dispare rente ao inenarrável nascer do sol;
que busque o percurso do mar, que cheire a mar,
chegue em silêncio, deseje e se deite por dentro
e anoiteça, tranquilamente...
Eu quero um corpo que seja a cópia de um pássaro,
um pássaro poisado sobre os ramos da esperança, apátrida,
belo, peregrino na liberdade de amar.
_______________mariagomes
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Belo poema, Maria!
ResponderExcluirBeijos.